Respostas diretas, com fonte
O que você precisa saber sobre evento carbono responsável, compensação real e o SBCE — cada resposta com a fonte do que afirma.
01Quanto custa um evento carbono responsável?
A partir de R$ 1.999, em pacotes por porte do evento: Pequeno (até 150 participantes) R$ 1.999, Médio (150–600) R$ 2.999 e Grande (600–2.000) R$ 4.990, com teto de toneladas incluso em cada pacote. O valor final é confirmado em até 24h após o envio dos dados do evento. Não há mensalidade nem consultoria — preço de pacote.
Fonte: Pacotes do Evento Carbono Responsável →02Como saber se uma compensação de carbono é real?
Uma compensação real tem três marcas: medição com método reconhecido (GHG Protocol), crédito de padrão verificado (Verra VCS ou Gold Standard) aposentado em nome do beneficiário, e prova pública que qualquer pessoa confere — no caso da DoubleDyn, um certificado com QR que abre o registro on-chain da aposentadoria, sem login. Estimativas são sempre rotuladas como estimativas; o certificado oficial só é emitido após a compensação executada.
Fonte: Verificar um certificado real (caso Ingaí) →03O que é DQS (DoubleDyn Quality Score)?
O DQS é um indicador proprietário, de 0 a 1000, que mede a qualidade, completude e rastreabilidade das evidências ambientais de uma operação. Ele é composto por quatro critérios ponderados: Registro (300 pts — prova pública verificável: aposentadoria on-chain + certificado com QR e serial), Evidência (250 pts — cada número com documento), Dados (250 pts — medição real vale mais que estimativa) e Metodologia (200 pts — GHG Protocol + fatores oficiais). O caso Ingaí-MG tem DQS 967. O DQS não substitui certificações de terceira parte — é uma camada de transparência sobre o que foi medido e comprovado.
Fonte: Caso Ingaí — 100 t · DQS 967 →04Qual a diferença entre evento carbono neutro e evento carbono responsável?
Evento carbono responsável é o caminho completo: medir as emissões com método, reduzir o que der para reduzir (mobilidade, energia, resíduos), compensar o restante com crédito verificado e comprovar com prova pública. A neutralidade é a afirmação técnica do resultado no período inventariado — por isso a DoubleDyn fala em evento carbono responsável: o que importa é o caminho comprovado, não o rótulo.
Fonte: Metodologia DoubleDyn →05O que o SBCE exige das empresas brasileiras?
O SBCE foi criado pela Lei 15.042/2024 e alcança os operadores que emitem acima de 10.000 tCO₂e por ano (e, para outras obrigações, acima de 25.000 tCO₂e/ano), conforme o art. 30. Para esses operadores o reporte de emissões é obrigatório, e o descumprimento pode levar a advertência, multa, embargo e proibição de contratar com a administração pública por até 3 anos; a multa não pode superar 3% do faturamento bruto (art. 37). Importante: abaixo do patamar do art. 30 o operador não está sujeito a essa regulação — dizer o contrário seria vender medo. O que vale para qualquer organização que se comunique como sustentável é outra norma: alegar compensação ou neutralidade sem os dados que sustentem a mensagem é publicidade enganosa (CDC, art. 36, parágrafo único, e art. 37).
Fonte: Lei 15.042/2024, arts. 30 e 37 — texto oficial →06Como funciona a medição das emissões de um evento?
O cálculo segue a metodologia GHG Protocol: transporte dos participantes (distância média × mix de modais), energia elétrica consumida no local (fator do Sistema Interligado Nacional) e resíduos gerados (fator de aterro). A DoubleDyn usa fatores de fontes oficiais (MCTI/SIRENE para eletricidade e combustíveis, DEFRA para viagens e resíduos), todos documentados na nota metodológica.
Fonte: Nota metodológica e fatores →07O que significam escopos 1, 2 e 3?
São as três categorias do GHG Protocol: Escopo 1 são as emissões diretas (combustível queimado pela própria operação — como a frota de veículos); Escopo 2 são as indiretas por energia comprada (eletricidade); Escopo 3 são as demais indiretas da cadeia (viagens aéreas, água, papel, resíduos). A DoubleDyn mede e reporta por escopo, com a distribuição detalhada no relatório.
Fonte: GHG Protocol →08A DoubleDyn também atende empresas com frota de veículos?
Sim. O produto de frotas automotivas cobre os escopos 1+2: combustível da frota (gasolina, diesel, GNV, etanol) e energia das instalações. Inclui inventário, plano de redução (com o retorno financeiro da transição para etanol ou elétrico), compensação do restante e selo verificável. A proposta é sob medida, após uma estimativa gratuita em 30 segundos.
Fonte: Produto Frota →09O que é SBTi e por que clientes com meta SBTi pedem inventário aos fornecedores?
SBTi (Science Based Targets initiative) é a iniciativa global que valida metas de redução de emissões alinhadas à ciência climática para empresas e instituições financeiras — escopos 1 e 2 com prazo definido, e escopo 3 quando representam mais de 40% das emissões. Como a meta do cliente inclui a cadeia de valor, empresas com meta SBTi pedem inventário (escopos 1+2) aos fornecedores antes de renovar contratos. A DoubleDyn estrutura o inventário e o plano de redução da frota nesse formato — compatível com o reporte que o seu cliente pede. A DoubleDyn não emite nem valida metas SBTi: a validação é um processo formal da própria iniciativa.
Fonte: SBTi — sciencebasedtargets.org →10Os créditos de carbono usados são verificados?
Sim. A DoubleDyn trabalha com créditos de padrões reconhecidos internacionalmente — Verra (VCS) e Gold Standard — selecionados por critério objetivo (preço, risco, vintage, liquidez e contribuição aos ODS) e aposentados on-chain em nome do cliente. Cada aposentadoria gera um registro público verificável. Nada é comprado de projetos sem registro ativo.
Fonte: Prova pública on-chain (Ingaí) →11O certificado é emitido antes ou depois da compensação?
Depois. O certificado oficial da DoubleDyn só é emitido após a compensação ser executada de fato (compra e aposentadoria do crédito em nome do cliente). Antes disso, o que existe é uma estimativa claramente rotulada — nunca um certificado com números que ainda não foram realizados.
Fonte: Verificar um certificado real →